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El Niño aumenta risco de doenças respiratórias e exige reforço nas ações de prevenção

períodos de calor intenso, estiagem, baixa umidade do ar e aumento da poeira e da fumaça. Esses fatores contribuem para o surgimento e o agravamento de doenças respiratórias, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

Entre os problemas de saúde mais comuns associados a esse cenário estão as crises de asma, bronquite, rinite, sinusite e infecções respiratórias. A combinação do ar seco com a maior concentração de partículas em suspensão dificulta a respiração e pode agravar sintomas em pessoas mais sensíveis.

Diante desse contexto, a área da Saúde tem intensificado o monitoramento dos casos de doenças respiratórias, ampliado as orientações à população, fortalecido o atendimento nas unidades de saúde e desenvolvido ações de prevenção e preparação para reduzir os impactos causados pelo fenômeno climático.

A população também pode adotar medidas simples para minimizar os riscos. A recomendação é manter uma boa hidratação, conservar os ambientes limpos e bem ventilados, evitar queimadas e a exposição à fumaça e à poeira, além de manter em dia o tratamento de doenças respiratórias crônicas.

Em caso de sintomas como falta de ar, chiado no peito, febre persistente ou agravamento do quadro respiratório, a orientação é procurar imediatamente a unidade de saúde mais próxima para avaliação e atendimento.

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